O programa “Patrulha do Consumidor”, apresentado por Celso Russomanno, trouxe à tona mais um caso alarmante de desrespeito aos direitos do consumidor. Desta vez, a equipe se dirigiu à cidade de Itu, no interior de São Paulo, para investigar uma agência de automóveis que vende veículos sem entregar os documentos necessários aos compradores. A situação se agravou quando o dono da agência tentou fugir ao ser confrontado, mas foi impedido por Russomanno com a emblemática frase: “Desce do carro!”.
O Caso dos Veículos Sem Documentos
Três consumidores, Antônio, Andreia e Gustavo, procuraram a ajuda do programa após adquirirem veículos de uma agência que não forneceu a documentação necessária para a circulação dos automóveis. A falta de documentos não só impede o uso legal dos veículos, mas também coloca os compradores em risco de terem seus carros apreendidos em operações de fiscalização.
Confronto e Tentativa de Fuga
Ao chegar na agência, a equipe do “Patrulha do Consumidor” encontrou o dono do estabelecimento, que tentou evadir-se do local. Russomanno, no entanto, foi firme e impediu a fuga, exigindo que o proprietário descesse do carro para prestar esclarecimentos. A situação tensa foi registrada pelas câmeras, evidenciando a gravidade do problema enfrentado pelos consumidores.
Problemas e Justificativas
Durante a conversa, o dono da agência alegou enfrentar dificuldades financeiras e problemas com ex-funcionários, o que teria contribuído para a situação. Ele mencionou ainda um suposto assalto à agência, que teria agravado a situação. No entanto, essas justificativas não foram suficientes para os consumidores, que já aguardavam há meses pela resolução de seus problemas.
Compromissos e Prazos
Após a intervenção de Russomanno, o proprietário da agência comprometeu-se a resolver as pendências em um prazo de 30 dias. Para Andreia, que enfrenta um problema de estravio de recibo, a solução prometida foi mais rápida, com a expectativa de resolução em uma semana. Já para Gustavo e Antônio, cujos veículos estão com bloqueios judiciais, o prazo estipulado foi de 30 dias, com a promessa de troca dos carros caso os problemas não fossem solucionados.

Outras Vítimas e Reclamações
Além dos três consumidores iniciais, outros clientes também relataram problemas semelhantes com a agência. Um deles, que devolveu o carro por defeito, ainda não recebeu o reembolso prometido. A situação evidencia um padrão de má gestão e desrespeito aos direitos dos consumidores, que se veem obrigados a buscar ajuda externa para resolver suas pendências.
Conclusão
O caso de Itu é mais um exemplo da importância de programas como o “Patrulha do Consumidor” na defesa dos direitos dos cidadãos. A intervenção de Celso Russomanno foi crucial para impedir a fuga do responsável e garantir que os consumidores tenham uma chance de ver seus problemas resolvidos. A expectativa agora é que a agência cumpra os prazos estabelecidos e que os consumidores finalmente recebam a documentação de seus veículos ou o reembolso devido.